04.5.2008
Princípios que Norteiam as Análises de Crédito
Publicado por Marcos Cleyton
Desde os primórdios da civilização vemos exemplos de análises compostos por certo grau de risco e com algum tipo de garantia.
O risco de crédito é algo que está presente no cotidiano de qualquer empresa, seja de serviços, financeira, comercial ou industrial. No entanto, tendo em conta o negócio ou a área de atividade em que se insere, as empresas recorrem à análises onde os riscos dos seus clientes são avaliados. Desde o estabelecimento comercial, o varejo, venda direta ao público comum que, normalmente não precede nenhuma análise, até as instituições financeiras que habitualmente seguem seus famosos “rating’s” buscam minimizar o risco na concessão de crédito.
A concessão de Crédito traduz-se em disponibilizar um valor presente mediante uma promessa futura de pagamento, para diversas finalidades, muitas vezes esse “valor” acaba por se confundir com um simples “prazo” haja vista que foi utilizado no financiamento de produtos desta ou daquela organização.
O risco para as empresas está inteiramente relacionado com fatores internos e externos, que podem prejudicar os pagamentos do montante de crédito concedido, como irão ver adiante. Este risco varia muito, de acordo com cada empresa, com o cenário econômico e grau de profissionalismo em que se encontra o departamento de “Gestão de Risco”, conhecido popularmente com departamento de Crédito.
Uma análise de crédito tradicional está fortemente centrada em julgamento humano (analista de crédito), tendo como base os consagrados C’s do Crédito (Capacidade, Caráter, Capital, Condições e Colateral).
Os critérios atuais utilizados pela maioria das empresas foram desenvolvidos pelas redes bancárias, instituições que desenvolveram uma abordagem formal ao empréstimo de dinheiro. Até hoje, empresas recorrem ao setor bancário na busca de profissionais para atuar na área de gestão de crédito, o que, na minha humilde opinião é um grande fiasco, mas este é um tema para outro artigo.
As técnicas analíticas evoluíram ao longo do tempo, mas continuam a se concentrar nas características do consumidor. Conforme coloca Caouette Et. Al. (2000, p.93) “a análise de crédito clássica, é um sistema cuidadosamente nutrido pelos bancos ao longo de muitos anos e a um alto custo, oferece um modelo que as instituições não bancárias continuam a imitar”.
Marcos Cleyton
São muito bons os artigos que os senhores me enviaram, eu gostaria de receber artigos sobre duplicatas a receber. Muito obrigado.
Muito bons os artigos publicados, vão me ajudar muito no meu trabalho de conclusão de Graduação. Obrigada!!
bom gostei mas o que eu queria mesmo é tipos de crédito!
gostaria de receber informações importantes sobre área financeira, cobrança de credito, contas a pagar e receber, conciliações etc.
Gostei das informações, é importante estar sempre reciclando!!
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